A maioria das pessoas pensa que a dor de cabeça é exclusividade de adultos. Mas é muito comum crianças se queixarem de dores de cabeça e não serem levadas a sério pelos seus pais ou por seus responsáveis.
Esse comportamento vindo das crianças pode ser muito mal interpretado. Pode parecer manha ou até mesmo desculpa para não realizar suas tarefas. Mas na maioria dos casos, o quadro de dor de cabeça na infância está apenas sendo ignorado.
É preciso averiguar sinais indiretos:
👉🏼 Se a luz e o barulho incomodam;
👉🏼 Se, ao dormir, a dor melhora;
👉🏼 Qual o horário que dói mais;
👉🏼 Se a criança está pálida, gelada e menos agitada;
👉🏼 Se a criança vomita.
E depois disso, tentar entender a causa, que pode ser:
👉🏼 Dores por tensão muscular: exercícios físicos exagerados, noite mal dormida pelo uso incorreto do travesseiro ou até o exagero dos dispositivos eletrônicos podem causar dores musculares no pequeno que evolui para uma dor de cabeça. Essa dor se apresenta com uma sensação de aperto ao redor da cabeça.
👉🏼 Dores por maus hábitos alimentares: Passar muito tempo sem comer, mastigar chicletes e outros petiscos muito duros e até a ingestão de bebidas e alimentos gelados, como picolés, por exemplo, pode causar a dor de cabeça.
👉🏼 Dores por infecções virais: Quadros virais, como gripes, resfriados, sinusites e outras infecções são as causas mais comuns de dor de cabeça na criança.
👉🏼 Dores por problemas na visão.
As crianças podem tomar analgésicos para dores pontuais, mas o importante nessa hora é tentar averiguar a intensidade das dores na criança, que podem ser:
👉🏼 Leve: sente dor e fala sobre isso, mas não há alteração em nenhuma de suas atividades, como a escolinha, a lição de casa, as brincadeiras e o sono.
👉🏼 Moderada: aqui, a dor já impede que seu filho faça algumas das suas atividades normais e pode acordá-lo do sono.
👉🏼 Grave: a dor é muito forte e impede que seu filho faça quase todas as suas atividades normais.
Caso você dê analgésico ao seu filho e a dor não melhorar, procure o seu pediatra